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Cotidiano

Mais opções para depois da pandemia

Publicado em: 28.11.2020 às 09:00

No mesmo estilo de concessão da Flona de Canela, está a Floresta Nacional (Flona) de São Francisco de Paula. O secretário de Turismo da cidade, Rafael Castello Costa, diz que o atual governo está entusiasmado com o projeto federal. "Estamos falando de um parque que vai receber da iniciativa privada quase R$ 10 milhões nos primeiros anos e R$ 80 milhões em 30 anos", pontua.

Costa também realça que o local, que recebe em torno de cinco mil visitantes por ano, deve ser ainda mais procurado no período pós-pandemia, pelas belezas e contato com a natureza. Para o secretário, a concessão representa geração de emprego e renda, bem como desenvolvimento social e econômico para o município.

"O parque é muito bem conservado, o ICMBio faz um trabalho fantástico. Hoje, é muito mais um parque de pesquisa, utilizado por estudantes do que um parque de visitação turística", aponta Costa. A estrutura da Floresta conta com espaço administrativo, portaria e banheiros. Contudo, com os investimentos da iniciativa privada, o secretário tem a expectativa de que a unidade passe a receber, pelo menos, 80 mil pessoas todos os anos.

A presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços (Acis) de São Francisco de Paula, Juliana Boff, acredita que é importante o engajamento dos empresários do município, buscando um melhor aproveitamento da unidade e, principalmente, para que não se perca o propósito ambiental. "O local é lindo e muito bem preservado. Conheço a Floresta e seus gestores, que sempre estão empenhados e engajados, porém com falta de recursos para melhor desenvolver o trabalho. Considero importante essa concessão, desde que seja de forma coerente, onde a Floresta possa ser aberta para uma maior visitação, trazendo um retorno turístico para nossa São Chico e região", pondera.

E para incrementar o fluxo turístico, São Chico está prospectando novos empreendimentos, que devem entrar em operação até 2023. "Está havendo uma mobilização de empreendedores com investimento em parques, hotéis, pousadas e na gastronomia. Temos uma perspectiva de que podemos mais que dobrar o número de leitos na cidade – em dois anos – chegando a algo em torno de 2,4 mil", salienta Costa. "Acho que isto é sensacional: a iniciativa privada e o poder público trabalhando juntos para desenvolver a região", conclui o secretário.

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