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Esportes | Aimoré TRIBO CAPILÉ

Índio Capilé retoma trabalho e já pensa no Azuriz

Com o empate do Azuriz nesta segunda contra o Próspera, em 0 a 0, o Aimoré fica na vice-liderança nesta rodada

Por Jauri Belmonte
Publicado em: 16.05.2022 às 21:10

Com trabalhos técnicos e táticos, o Aimoré retomou os trabalhos nesta segunda (16) no Estádio do Cristo Rei após a folga do domingo (15). O ambiente está mais leve na taba capilé após a vitória de virada sobre o São Luiz de Ijuí, por 2 a 1, no último sábado (14), em casa. O time índio interrompeu a sequência de dois resultados negativos e se consolidou por mais uma rodada no G4 do grupo A da Série D do Brasileirão.

Técnico Edinho
Técnico Edinho Foto: Diego da ROSA/GES

Ainda que a primeira etapa do jogo tenha sido instável para o time aimoresista, o técnico Edinho Rosa destaca o poder de reação para virar o jogo em dois minutos e, sobretudo, os três pontos conquistados contra um adversário direto. "Precisamos valorizar muito esses três pontos. O São Luiz é um time bem organizado e bem treinado pelo Daniel Franco; foi uma vitória difícil. Tanto que, após levarmos o gol, tivemos de mudar o esquema com três zagueiros, que era a proposta inicial para termos mais posse de bola", fala.

Com nove pontos e em segundo lugar, na próxima rodada, o Aimoré terá outro duelo direto na ponta de cima. Domingo, às 15 horas, fora, enfrenta o terceiro colocado Azuriz, treinado pelo hamburguense e ex-técnico do Novo Hamburgo, Fabiano Daitx (o Maninho). "Mais uma batalha contra um grande adversário e que também briga pela classificação. Maninho é uma referência que tenho no futebol, mas queremos trazer pontos do Paraná." Nesta segunda-feira (16), o Azuriz ficou no 0 a 0 contra o Próspera, em casa, resultado bom para o Aimoré.

Após caso de injúria
Contra o São Luiz, o técnico Edinho Rosa foi vítima de injúria racial por parte de um torcedor que estava na social do Cristo Rei, ainda no primeiro tempo. O homem, que é sócio do clube, foi identificado e encaminhado pela Brigada Militar para a delegacia. Edinho registrou ocorrência. "Não foi a primeira vez que isso aconteceu e, infelizmente, não será a última. No entanto, quero passar uma borracha nisso. Acionei meu direito de cidadão. Importante salientar que foi uma pessoa, pois sempre tive o carinho da torcida do Aimoré e sempre fui muito bem recebido aqui", disse à reportagem do Jornal VS.

O caso, encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia de São Leopoldo, está aos cuidados da delegada Cibelle Savi. De acordo com ela, o treinador do Índio não quis representar criminalmente e a ocorrência ficará arquivada por seis meses, prazo que Edinho terá para voltar atrás e reaver a decisão. "Caso isso não aconteça, o procedimento é definitivamente arquivado", esclarece Cibelle.

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