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Notícias | Mundo PANDEMIA

Itália restringe acesso de não vacinados a locais fechados para conter infecções por Covid

Governo aprovou decreto que permite que apenas vacinados possam frequentar locais como cinemas, restaurantes e hotéis a partir de 6 de dezembro

Por Redação, O Estado de S.Paulo
Publicado em: 25.11.2021 às 15:59

A Itália vai restringir o acesso de pessoas não vacinadas contra a Covid-19 a alguns locais fechados, em um esforço para evitar um aumento nas infecções, no momento em que a Europa enfrenta a quarta onda da pandemia.

Itália restringe acesso de não vacinados a locais fechados para conter infecções por Covid
Itália restringe acesso de não vacinados a locais fechados para conter infecções por Covid Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom de Santa Catarina
Nesta quarta-feira (24), o governo aprovou um decreto permitindo que apenas aqueles que foram vacinados ou se recuperaram recentemente do coronavírus entrem em locais como cinemas, restaurantes e hotéis a partir de 6 de dezembro.

Além disso, qualquer pessoa que usar transporte público terá que ser vacinada ou apresentar teste negativo. As medidas vão durar até 15 de janeiro.

O país também deve estender a vacinação obrigatória, já em vigor para profissionais de saúde, a professores e policiais a partir de 15 de dezembro. A aplicação da dose de reforço será compulsória para o pessoal sanitário.

A reunião desta quarta (24) foi convocada pelo primeiro-ministro Mario Draghi para discutir o endurecimento das medidas sanitárias contra a pandemia, mas sem punir aqueles que se vacinaram - pouco mais de 84% do público-alvo, de acordo com o Ministério da Saúde.

Apesar de apresentar um índice de imunização de 72,7% da população, acima da média da União Europeia, a Itália tem cerca de 7 milhões de pessoas aptas a se imunizar que não tomaram nem sequer a primeira dose, o que deixa espaço para os casos continuarem subindo.

O país registrou nesta quarta (24) mais 12.448 casos e 85 mortes por Covid-19, de acordo com boletim do Ministério da Saúde local. A média móvel de contágios diários em sete dias subiu pela 22ª vez consecutiva e atingiu 10.192, alta de 64% na comparação com duas semanas atrás, enquanto a de mortes subiu de 62 para 64, cifra 38% maior do que há 14 dias. O número de mortes desta terça é o maior desde 10 de junho.

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