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Vereador detido dirigia com sinais de embriaguez e ameaçou pessoas, diz Polícia

Brigada Militar recebeu três chamados no 190. Vereador teria resistido à abordagem policial

Por Matheus Chaparini*
Publicado em: 15.06.2022 às 17:08 Última atualização: 15.06.2022 às 17:12

O vereador de Novo Hamburgo Darlan Oliveira (PDT) foi detido pela Brigada Militar (BM) na manhã desta quarta-feira (15). Por volta das 9h45, a corporação foi acionada, por meio do 190, por uma pessoa que disse estar sendo ameaçada pelo parlamentar. Enquanto a viatura se deslocava à Rua Anarolino Rodrigues da Silva, na Vila Dihel, outros dois chamados foram recebidos.

Vereador Darlan Oliveira
Vereador Darlan Oliveira Foto: Câmara de Vereadores
De acordo com o subcomandante do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), major Alexandro Formoso, quando os policiais militares chegaram ao endereço, Oliveira dirigia um Fox e apresentava sinais de embriaguez. Ele teria resistido à primeira abordagem policial e tentado fugir, logo após se apresentar como vereador. "Ele estava no carro dele e, quando a guarnição tentou fazer a abordagem, ele largou o carro e saiu caminhando", detalha o major. "Estava em um estado visivelmente transtornado, sem motivo."

O parlamentar foi levado à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) do Município. Em seguida, a pedido da Polícia Civil, foi conduzido pela BM até a UPA Canudos para atendimento médico.

De acordo com a delegada Marjani Simch, plantonista da DPPA, a ocorrência será registrada como embriaguez ao volante. Oliveira teria se recusado a fazer o teste do bafômetro, bem como o exame clínico e o toxicológico. “Ele se recusou a fazer o exame. Só quem pode constatar se estava em 'surto' ou não é o médico.”

Dentro do veículo, segundo a delegada, foram encontrados um cachimbo, que seria utilizado para fumar crack, e uma garrafa de cerveja. 

A reportagem tenta contato com a defesa do parlamentar.

Reunião na Câmara

Por conta da ocorrência, vereadores foram convocados para uma reunião na Câmara Municipal no início da tarde desta quarta-feira. Após o encontro, o presidente da casa, Cristiano Coller, afirmou que os parlamentares ainda não tinham informação oficial sobre o que de fato havia acontecido com Oliveira.

“Conversamos sobre os próximos passos da Câmara, sobre a questão de como proceder para chamar o suplente. Depois da sessão, vamos até a delegacia ver o que realmente aconteceu, do que ele está sendo acusado.”

O vereador não compareceu às últimas sessões na Câmara. Na terça-feira (14), apresentou um atestado, que vence nesta quarta, válido para justificar sua ausência nos últimos dez dias. 

*Colaborou: Joyce Heurich

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