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Notícias | Região 52 dias depois...

Mansão envolvida em pirâmide financeira amanhece em meio às chamas, em Taquara

Imóvel que foi alvo da Operação Faraó estava apreendido judicialmente. As causas do incêndio ainda são desconhecidas; ninguém ficou ferido

Por Jauri Belmonte
Publicado em: 27.07.2020 às 12:05

Mansão fica no alto do Morro da Cabriúva, na localidade de mesmo nome, a aproximadamente 4,5 quilômetros do centro de Taquara Foto: Divulgação

Após 52 dias da deflagração da Operação Faraó, a mansão que foi alvo da Polícia e que fica em um sítio avaliado em mais de R$ 3 milhões, no interior de Taquara, amanheceu em meio às chamas. Moradores da localidade de Cabriúva acionaram o Corpo de Bombeiros, que deslocou a equipe até a propriedade por volta das 6h30 desta segunda-feira (27) para apagar o fogo.

Segundo os bombeiros, o combate às chamas durou cerca de 2 horas e meia. O incêndio, que tem causa desconhecida até o momento - mas que pode ser criminoso, destruiu uma parte da casa de luxo e, também, consumiu o deck onde ficava a piscina. De acordo com a guarnição, ninguém ficou ferido, já que no momento do incêndio não haviam moradores na casa.

A operação desencadeada em junho desarticulou o esquema de pirâmide financeira que atuava no Vale do Paranhana. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão. A Polícia avaliou o patrimônio da quadrilha em mais de R$ 10 milhões, incluindo este sítio que tem vista privilegiada no interior taquarense e que havia sido apreendido judicialmente. A Polícia Civil de Taquara investiga o caso. 

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