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Notícias | Região ENCHENTES

Estudo aponta medidas para minimizar o efeito das cheias no Rio dos Sinos

Avaliação que será feita integra o Plano Metropolitano de Proteção Contra as Cheias

Por Alecs Dal'Ollmo
Publicado em: 14.10.2021 às 08:00 Última atualização: 14.10.2021 às 08:58

A Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) está dando continuidade ao processo referente à 2ª Etapa - Estudos de Impacto Ambiental com ênfase nas alternativas para minimizar o efeito das cheias.

Avaliação integra o Plano Metropolitano de Proteção Contra as Cheias
Avaliação integra o Plano Metropolitano de Proteção Contra as Cheias Foto: Diego da Rosa/GES-Arquivo

E um desses processos envolve a Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos. Esses estudos de impacto ambiental, denominados EIA-RIMA, para avaliar interferências no percurso de 3.820 quilômetros da bacia serão desenvolvidos pela empresa Ecossis Soluções Ambientais, que atua nacionalmente há mais de 15 anos, e venceu a recente licitação da Metroplan.

De acordo com Gustavo Leite, biólogo e diretor executivo da Ecossis, é fundamental contextualizar que eventos recorrentes e pontuais, que causaram prejuízos à vida, ao ambiente e ao patrimônio, fizeram com que o governo e a sociedade priorizassem a busca de estratégias para o enfrentamento do tema.

Para minimização dos impactos, ele explica que foi elaborado o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres Naturais (PNGR), desenvolvido pelo governo federal através do Ministério das Cidades (atual Ministério do Desenvolvimento Regional). E lembra que, em âmbito estadual, o governo, através da Metroplan, elaborou o Plano Metropolitano de Proteção Contra as Cheias, parte integrante do PNGR.?

"Especificamente para a bacia hidrográfica do Sinos, entre os anos de 2015 e 2018, a Metroplan trabalhou com dados disponíveis à época, complementando-os com levantamentos em campo, o que possibilitou a simulação de cenários com diferentes combinações."

São três cenários. Cenário 0: sem medidas estruturais ou não estruturais previstas, em que seria mantido o atual convívio com as cheias; cenário 1, com medidas não estruturais, adotando o zoneamento das áreas inundáveis, o que definiria categorias de risco, propondo soluções que envolvem desapropriação de áreas, monitoramento, ordenamento do uso do solo. E cenário 2, com medidas estruturais e não estruturais, como implementação de diques de proteção.

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