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Notícias | Rio Grande do Sul Vacinação

Movimento Vacina Já cobra gestores pela celeridade na imunização contra Covid

No último sábado (17), cruzes em homenagem às vitimas da doença foram instaladas no bairro Canudos

Por Bruna Mattana
Publicado em: 19.04.2021 às 18:13 Última atualização: 19.04.2021 às 18:15

Movimento Vacina Já colocou cruzes e faixa no bairro Canudos no últimos sábado (17) Foto: Divulgação

Novo Hamburgo e região aderiram ao Movimento Estadual Vacina Já, cujo objetivo é cobrar mais celeridade das autoridades na aquisição das vacinas contra a Covid, além de mobilizar a sociedade para o respeito aos protocolos e à solidariedade. Segundo o presidente do SindprofNH e integrante do movimento, Gabriel Ferreira, o grupo é formado por representantes de várias categorias, como sindicatos, associações, mas também pessoas físicas que entendem a importância da vacinação e aderiram ao movimento.

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No último sábado (17), os integrantes instalaram, no bairro Canudos, cruzes em memória às vítimas da Covid-19 e faixas cobrando vacinas para todos. No próximo sábado (24), a partir das 9 horas, o grupo realizará um drive-thru na Pista de Eventos, em Novo Hamburgo, com o intuito de recolher alimentos, que serão doados às famílias necessitadas, e adesivar os carros de quem deseja divulgar e se unir ao movimento.

"Vários municípios começaram a montar seus comitês. Já fomos ao Piratini, onde entregamos dois documentos: um cobrando cronograma de vacinação para os professores e um planejamento para retorno das escolas, e outro, assinado pela coordenadoria estadual do movimento, que pede a compra de vacinas e uma pressão junto ao governo federal para aquisição de mais doses."

Ferreira destaca que o grupo também está no aguardo de uma agenda com a prefeita Fatima Daudt. "Vemos que as pessoas que moram nos bairros ainda estão com dificuldade de obter informações sobre a vacinação. Muita gente ainda não foi imunizada porque não sabe como."

Comércio

A presidente do Sindicato dos Comerciários de Novo Hamburgo, Maria Cristina Mendes, diz que o sindicato busca junto ao movimento soluções tanto para empregadores quanto para trabalhadores. "A nossa linha de atuação é questionar a prefeitura, o poder executivo, sobre aquisição de vacinas fora do Ministério da Saúde, talvez por meio de um consórcio. Também que o executivo proporcione sanitização nos locais de trabalho e uma bolsa-auxílio para as famílias em situação de miséria, que são muitas. São algumas das coisas que a gente quer buscar."

Ela diz que o grupo também pede um socorro financeiro aos pequenos e médios empresários do comércio e bares e restaurantes, que foram afetados com as medidas mais restritivas para contenção do coronavírus. 

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