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Notícias | São Leopoldo Inclusão

Aldef lança o projeto Ponto de Cultura em São Leopoldo

Associação leopoldense recebeu aporte de R$60 mil do Estado para desenvolver o programa cultural no Município

Por Jean Peixoto
Última atualização: 03.12.2019 às 16:19

Lançamento do projeto Ponto de Cultura lotou a sede da Aldef na tarde de quinta-feira Foto: Jean Peixoto/GES-Especial
Com 34 anos de atuação no Município recém comemorados, a Associação Leopoldense de Deficientes (Aldef) lançou, na última quinta-feira, o projeto Ponto de Cultura. Com aporte de R$60 mil recebido do governo do Estado, o projeto inclui oficinas de teatro, música e artesanato que devem beneficiar de 60 a 80 usuários da associação.

O presidente da Aldef, Ademar dos Anjos, que também preside o Conselho Municipal de Direitos das Pessoas com Deficiência (Comudepe), explica que o projeto foi encaminhado ao Estado em 2015. "Já tínhamos praticamente desistido quando nos informaram que foi aprovado, no final de outubro", comenta. As aulas de teatro ocorrem todas as sextas-feiras, em duas turmas, uma pela manhã e outra à tarde. "A aula desta semana já é a segunda do projeto. Assim que soubemos da aprovação, corremos para contratar o professor", afirma.

Inclusão

Éverton Diogo Teixeira, 37 anos, frequenta a Aldef há 16 anos. "Tive um acidente e recebi apoio da associação com a parte médica. Com o tempo, fui melhorando e me encaminharam para o mercado de trabalho em uma indústria", lembra. Hoje, Éverton é servidor municipal e atua na comissão administrativa da entidade. Dos 20 anos em que Clóvis Renato dos Santos mora em São Leopoldo, há pelo menos seis ele frequenta a Aldef. Portador de uma necrose no fêmur, que o obriga a usar uma muleta, Clóvis chegou à associação incentivado pela esposa que fazia trabalho voluntário na associação.

34 anos de Aldef

Fundada em 25 de novembro de 1985, Até o ano 2000 a Aldef funcionou junto à antiga sede da Unisinos, na Rua Brasil, em conjunto com a FCD (Fraternidade Cristã de Deficientes). Há 19 anos no prédio onde funciona hoje, na Rua Osvaldo Aranha, 1186, esquina com a Rua Santo Antônio, a associação atende pessoas com todos os tipos de deficiências. Atualmente, há cerca de 2 mil usuários cadastrados na entidade. No espaço, são oferecidas oficinas de informática, bocha, teatro, judô e artesanato.

A entidade tem 12 servidores cedidos pela Prefeitura, além dos voluntários que ajudam nas oficinas. "Procuramos oferecer atividades alternativas para essas pessoas que ainda são muito discriminadas", comenta o presidente.

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